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O Manifesto Nacionalista Branco:
Parte 8, Raça Branca

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3,580 palavras

Parte 8 di 16 (Parte 1 [3], Parte 7 [4], Parte 9 [5])

Uma linha de ataque óbvio contra o Nacionalismo Branco é a asserção de que o próprio conceito de raça branca é problemático. Lidaremos com quatro destas objecções. Primeira, a de que o conceito de raça branca é politicamente desnecessário. Segunda, a alegação de que a ideia de raça branca é subversiva à identidade étnica. Terceiro, a afirmação de que a raça branca é uma construção social, e não um grupo natural. Quarta, a ideia de que a viabilidade do Nacionalismo Branco está dependente de uma definição hermética de raça branca, o que é enganoso.

O Conceito de Raça Branca é Necessário?

Um mal entendido ou má interpretação do Nacionalismo Branco é a ideia de que o próprio conceito é insignificante, porque os brancos não estão interessados no nacionalismo “branco”. Estamos interessados no nacionalismo americano ou francês ou alemão ou italiano. Sob esta perspectiva, o nacionalismo alemão é para os alemães e o Nacionalismo Branco é para o povo branco genérico. Mas não existe povo branco genérico, portanto o Nacionalismo Branco é um programa político sem eleitorado, um conceito sem referente.

Mas o Nacionalismo Branco não é nacionalismo para um povo branco genérico. O Nacionalismo Branco apenas significa etnonacionalismo para todos os povos brancos específicos. Os Nacionalistas Brancos desejam preservar, recuperar, ou criar nações soberanas, homogéneas racialmente e etnicamente, para todos os povos brancos que aspiram à sua autodeterminação.

Não existe tal coisa como uma pessoa branca genérica. Todas as pessoas brancas pertencem a grupos étnicos específicos. Mesmo em casos limítrofes, quando crianças de casais de grupos étnicos diferentes são criados com duas culturas, e mesmo duas línguas nativas, estamos ainda assim a falar de misturas de grupos étnicos específicos.

O que é que diferencia os grupos étnicos brancos? Há diferenças sub-raciais entre Europeus, e algumas nações têm tipos sub-raciais “típicos” bem definidos, por exemplo, noruegueses e finlandeses típicos. Mas outras nações abrangem um espectro de tipos subraciais, por exemplo a Inglaterra e a Itália. Resumindo, alguns grupos étnicos brancos são mais homogéneos biologicamente que outros. Assim, o que é essencial na diferenciação das nações brancas são as suas línguas, culturas e histórias distintas.

Visto que as pessoas casam normalmente com pessoas da mesma religião, as fronteiras religiosas podem gerar fronteiras étnicas. Até mesmo povos que são muito semelhantes geneticamente e falam a mesma língua — os ingleses e os irlandeses, ou os sérvios, bósnios, e croatas — podem estar profundamente divididos pela religião.

Diz-se frequentemente que o Nacionalismo Branco só faz sentido em melting pots coloniais como os EUA e o Canadá, onde diferentes grupos étnicos Europeus se misturaram. Isto não é verdade. A mistura de nações do Velho Mundo não produziu um povo branco genérico. Produziu sim novos grupos étnicos: americanos, canadianos, quebequenses, australianos, africânders, etc.

Se os americanos e os canadianos fossem simplesmente brancos genéricos, não haveria diferenças entre eles. Mas há diferenças, e estas diferenças são linguísticas e culturais. Assim, de um ponto de vista Nacionalista Branco, não há diferença entre as nações Europeias e as coloniais. Nós defendemos a autodeterminação de todas as nações brancas, por todo o mundo, e não apenas na Europa.

Visto que não existe um povo branco genérico — pelo menos fora do mundo das formas de Platão ou onde quer que se encontrem universais — porquê falar em nacionalismo “branco”? Porque não falar apenas de grupos nacionais específicos e terminar aí?

Há cinco razões convincentes porque não podemos evitar falar da raça branca.

Primeiro, imaginemos que decidimos evitar falar da raça branca e falamos, em vez disso, apenas em promover os interesses nacionais dos franceses, alemães, americanos, polacos, etc., enquanto nos focamos em evitar qualquer discussão sobre nações como a Turquia, Índia ou China. Teríamos de perguntar: O que é que a primeira lista tem em comum, e porque é que os outros países foram excluídos? A resposta a ambas as questões é que a nossa preocupação são as nações brancas, e não as não-brancas.

Pode-se tentar desviar desta acusação de “racismo” usando termos como “Civilização Ocidental” ou “Cristandade”, mas nem todos os povos Europeus são “Ocidentais”, e vastos números de cristãos são não-brancos.

Basicamente, todas as tentativas de evitar a palavra “branco” são apenas eufemismos — formas abordar cuidadosamente assuntos sensíveis, como sexo ou excremento, nascidas do medo de violar tabus culturais sobre discurso indelicado. Mas as pessoas que apenas podem falar de raça recorrendo a eufemismos ainda não estão preparadas para a luta. É nobre desejar salvar a raça branca, mas como é que alguém pode conseguir acumular coragem suficiente para salvar o nosso povo se nem sequer consegue pronunciar a palavra “branco”? Para combater as forças que promovem o genocídio branco, teremos que ser bastante mais que um bocadinho indelicados.

Segundo, se o único motivo para o nervosismo dos brancos ao falar de raça é o tabu cultural contra o “racismo” branco, teremos de compreender as origens e funções deste tabu.

Todas as outras raças podem, claro está, falar de identidade e interesses raciais. E tanto quanto sei, os Nacionalistas Negros que falam de poder negro e interesses negros nunca se deparam com a objecção, “Mas o Nacionalismo Negro é insignificante, porque não existe um povo negro genérico, apenas várias tribos e nações negras”.

Além disso, quando os não-brancos — ou brancos etnomasoquistas — nos dão um sermão sobre o “privilégio branco” e começam a recitar ladainhas sem fim acerca dos crimes dos brancos, ninguém diz, “As vossas acusações são insignificantes. Não existe um povo branco genérico”. Parece que a raça branca é uma categoria completamente não-problemática quando as pessoas desejam imputar-nos culpas. Só se torna problemática quando os brancos se desejam defender: quando afirmamos a nossa identidade, temos orgulho nas nossas conquistas, defendemos os nossos interesses, e nos pomos do nosso lado quando surgem conflitos étnicos.

Este tabu contra qualquer apelo à identidade branca é descaradamente injusto, e os brancos apenas perderão em continuar a honrá-lo. É óbvio que este tabu foi criado para que os brancos tenham uma desvantagem sistemática. Assim, é insensato continuar a honrá-lo.

Terceiro, apesar do conceito de americano, inglês ou sueco ser mais rico do que o simples conceito de branco, precisamos ainda assim de falar na raça branca, porque o sistema político atual insiste que é possível a todas as pessoas, de todas as raças, serem americanas ou inglesas ou suecas. Durante muito tempo, nem era necessário mencionar que apenas os brancos podiam fazer parte de qualquer nação branca. Mas o multiculturalismo e o nacionalismo cívico procuram agora divorciar as identidades nacionais Europeias da identidade branca.

Desta forma, para salvar as nossas nações — e através delas a nossa raça como um todo — temos de falar explicitamente da raça branca.

Precisamos de afirmar que ser branco é uma condição necessária para pertencer a qualquer grupo nacional Europeu, apesar de reconhecermos claramente que uma língua, cultura e história comuns também são necessárias.

Precisamos de defender que os não-brancos apenas podem ser membros das nações brancas em virtude de ficções legais. Nem todo o homem branco é um sueco, mas todo o sueco é um homem branco.

Quarto, o simples nacionalismo étnico nem sempre é suficiente para assegurar tanto interesses estritamente nacionais como interesses raciais mais abrangentes. É perfeitamente natural, normal, e correto para os indivíduos e nações pôr o seu próprio povo em primeiro lugar. E quando os impérios multiétnicos ou entidades multinacionais como a UE agem contra os interesses étnicos dos povos específicos, então o nacionalismo “petty” da Escócia ou da Hungria ou da Polónia torna-se completamente legítimo.[1] [6] Mas quando o nacionalismo étnico petty ou o imperialismo levam a guerras entre nações Europeias, ou impossibilitam respostas coordenadas dos Europeus contra ameaças ameaças comuns, então um sentido mais abrangente de solidariedade racial pan-Europeia torna-se necessário para assegurar a sobrevivência e o florescimento da nossa raça.

Criar esta solidariedade é imperativo. Desta forma precisamos de enfatizar todas as coisas que os Europeus têm em comum, e promover a ideia de que para além de todas as diferenças entre línguas, culturas e religiões, a raiz mais profunda da identidade e solidariedade Europeias é racial. Todos os Europeus partilham antepassados comuns. Somos uma família alargada. Para assegurar o nosso destino comum, precisamos de ultrapassar tabus patetas sobre o reconhecimento e uso fortalecedor das nossas origens raciais comuns.

Quinto, as sociedades coloniais desenvolveram desde o início distinções entre os colonos Europeus e os não-brancos indígenas. Nalguns casos, escravos africanos e trabalhadores do sul e do leste da Ásia foram adicionados à mistura. Nesse ambiente, é natural que os brancos não vissem diferentes nações e tribos (astecas, maias), mas sim simplesmente diferentes grupos raciais (indianos, negros, etc.), e é igualmente natural que os não-brancos vissem os Europeus de diferentes origens nacionais simplesmente como brancos. De facto, no contexto colonial de polarização racial e luta, quando os brancos precisaram de apresentar uma frente comum, os resquícios de diferenças étnicas do Velho Mundo eram na verdade prejudiciais aos interesses brancos.

Mas agora que a Europa ela própria está a ser colonizada por não-brancos, o mesmo processo de polarização racial está a acontecer. Os negros, árabes, e asiáticos do sul na Europa não vêem franceses, ingleses, e alemães. Eles vêem simplesmente brancos. E nós vemos simplesmente não-brancos. As nossas diferenças não importam para eles, e as diferenças deles não importam para nós. À medida que as tensões raciais aumentam na Europa, os nossos povos reconhecerão que não estão a ser atacados como franceses ou alemães, mas simplesmente como brancos. E quando os Europeus resistirem à substituição étnica, considerarão cada vez mais a sua raça como a sua nação e a sua pele como o seu uniforme. Quanto mais depressa nos virmos como brancos, unidos contra inimigos e dificuldades comuns, partilhando um destino e origem comuns, mais depressa estaremos à altura dos nossos desafios.

O Conceito de Raça Branca é Subversivo?

A melhor crítica ao conceito de raça branca como categoria política é o de Martin Heidegger. Heidegger era um apoiante do nacionalismo étnico alemão e achava que a ênfase dos Nacional-Socialistas na raça branca subvertia os interesses étnicos alemães. Heidegger compreendia que ser branco era uma condição necessária para ser alemão, mas ser alemão significa mais do que ser branco.[2] [7]

Heidegger acreditava que fazer da raça branca um conceito político, e subordinar-lhe os alemães e outros Europeus, criaria uma fundação para a destruição das diferenças étnicas. Pois se somos todos brancos, que importa se os alemães decidirem assimilar os membros de outros grupos étnicos Europeus? Colocar grupos étnicos distintos sob o género biológico abrangente de “branco” leva-nos a pensar que os brancos são todos equivalentes e intercambiáveis. Em termos biológicos, esta fungibilidade significa que os brancos de outras nações são adequados para reprodução. E em termos culturais, fungível significa assimilável: capaz de perder a própria identidade cultural e adoptar outra. Também há aqui uma dimensão de poder político puro. Porque deveriam os alemães assimilar culturalmente os polacos e não o contrário? Obviamente, pela simples razão de que os alemães eram dominantes politicamente.

Além disso, os Nazis não estavam simplesmente interessados em assimilar outros brancos mas sim especificamente brancos nórdicos, independentemente da sua cultura. O corolário disto é que os Nazis não estariam particularmente interessados em perpetuar as linhagens dos alemães genuínos que não eram nórdicos. Esta consideração apoia certamente a crítica de Heidegger, apesar de não haver evidência de que isto lhe tenha ocorrido. Mas visto que o próprio Heidegger não era um übermensch nórdico, é provável que lhe tenha passado pela cabeça.

O argumento de Heidegger faz muito sentido. Nunca se pregunta “Os finlandeses são brancos?” Ou “Os italianos são brancos?” a não ser que se esteja a pensar reproduzir com eles ou impor-lhes a própria cultura. Tais questões surgem quase sempre num contexto colonial ou imperial. Numa Europa de etnoestados autónomos elas dificilmente surgiriam, talvez apenas entre os segmentos da sociedade mais desenraizados e cosmopolitas: académicos, artistas, empresários, e outros que viajam frequentemente para o estrangeiro, que se poderiam apaixonar por uma mulher de outro país e perguntar-se se ela é “branca o suficiente” para a trazer para casa. (Esperar-se-ia que nos etnoestados Europeus o enraizamento fosse enfatizado àqueles que aspiram ao poder político.)

Felizmente há medidas que se podem tomar para reduzir a ameaça da homogeneização racial e cultural dos Europeus. Na maior parte das vezes não precisaríamos de nos preocupar sobre se os outros povos  são “brancos o suficiente” se todos os povos tivessem um país, se a imigração e os casamentos entre sociedades brancas fossem mantidas ao mínimo, e toda a gente tivesse um sentido de identidade étnica forte o suficiente para casar dentro da sua etnia. Estas seriam medidas sensíveis para preservar a diversidade étnica e sub-racial dos povos brancos.

Da mesma forma que sou um etnonacionalista na condição de que o etnonacionalismo se qualifique por uma solidariedade racial branca mais abrangente, sou também um Nacionalista Branco na condição de que o Nacionalismo Branco preserve os grupos étnicos brancos distintos em vez de os dissolver.

A Raça Branca é uma Construção Social?

Os Nacionalistas Brancos encontram muitas vezes a objecção de que a raça é uma mera construção social, e não uma categoria biológica real. No meu artigo, “Why Race is Not a Social Construct”, (“Porque é que a Raça Não é Uma Construção Social”), eu defendo que essa asserção é falsa.[3] [8] Basicamente todos os argumentos construtivistas sociais ignoram a distinção entre as raças, que são factos biológicos objectivos, e os pensamentos sobre raça — por exemplo, taxonomias raciais e teorias científicas — que são construídas socialmente.

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Primeiro, é preciso notar que algumas das mesmas pessoas que tratam a construção social da raça como uma objecção ao Nacionalismo Branco não têm problema absolutamente nenhum em defender a política de identidade para os não-brancos. Portanto, se o construtivismo social impede a política de identidade, então os nossos oponentes deveriam começar por abandonar a sua própria. E se o construtivismo social não é impedimento à política de identidade não-branca, então também não é impedimento para a política de identidade branca.

Segundo, os Nacionalistas Brancos pensam que a identidade é mais do que apenas uma questão de raça. Todos os italianos são brancos, mas nem todos os brancos são italianos. A identidade italiana não é apenas uma questão de ascendência biológica comum, mas também de língua, cultura e história comuns, que são construções humanas. Estas construções são limitadas e formadas pela nossa herança genética e eventos históricos objetivos, mas no núcleo de todas as culturas estão convenções que são criações livres da imaginação humana.

Os construtivistas sociais defendem que se um grupo de pessoas pensar em si próprio como sendo uma nação, então ele é uma nação. Para os Nacionalistas Brancos, a nacionalidade é em grande medida uma construção social, mas não exclusivamente, pois uma nação também envolve ascendência comum. As nações estabelecem, de facto, convenções para que os estrangeiros se possam “naturalizar” (um termo muito revelador), mas houve sempre uma forte presunção a favor de basear a naturalização na assimilabilidade biológica e cultural.

Mas apenas para desenvolver o argumento, aceitemos a tese dos construtivistas sociais de que a identidade é inteiramente convencional. Isso não impede a sociedade de adoptar a convenção social de que apenas os brancos podem ser membros dela. Se as barreiras sociais são essencialmente construções arbitrárias, porque não sermos etnonacionalistas? Para um construtivista social, nada impede a sociedade de estipular homogeneidade racial. E como a diversidade racial — independentemente de ser real ou construída socialmente — é uma fonte provada de desunião e conflito, há razões práticas legítimas para preferir a homogeneidade.

Os Nacionalistas Brancos acreditam que a nossa raça é real. Mas o mero realismo racial pouco importa se as pessoas não pensarem nelas próprias em termos raciais. O Nacionalismo Branco não é apenas uma tese científica. É uma ideologia política. Como tal, depende da consciência branca, nomeadamente da auto-consciência branca. De facto, a auto-consciência branca é a maior parte do Nacionalismo Branco, pois sem ela, os brancos são tão inertes politicamente como os cães ou os cavalos. Assim, uma das principais atividades dos Nacionalistas Brancos é elevar a auto-consciência branca. O nosso povo precisa de pensar que é uma raça distinta, com identidade e interesses distintos, que muitas vezes entram em conflito com a identidade e os interesses de outras raças. E quando tais conflitos existem, os brancos têm de considerar que é normal, natural e correto organizarem-se para proteger os seus interesses na arena política.

Os construtivistas sociais querem deitar abaixo o suporte biológico que sustém o Nacionalismo Branco. Mas remover o realismo racial deixa de pé a maior parte do Nacionalismo Branco, nomeadamente a consciência racial branca. E novamente, mesmo que o construtivismo social fosse verdadeiro, não haveria nada a impedir os Nacionalistas Brancos de simplesmente estipularem que querem homogeneidade racial e étnica.

A única coisa que nos impede de pôr em prática estas medidas é a falta de poder político. Desta forma, se o construtivismo social fosse verdadeiro, os Nacionalistas Brancos não precisariam de perder o fôlego tentando convencer todas as pessoas de que as nossas sociedades devem ser homogéneas. Desde que consigamos elevar suficientemente a auto-consciência, orgulho, e auto-assertividade brancas, poderemos conquistar o poder político e cultural necessário para impor as nossas medidas ao resto da sociedade. Não há nenhuma razão moral para não o fazermos. Os nossos inimigos declaram abertamente a sua intenção de nos fazer exactamente o mesmo.

Precisamos de uma Definição de Raça Branca?

O Nacionalismo Branco requer uma resposta à pergunta: “Quem são os brancos?” Mas não requer uma definição hermética de raça branca. Há uma distinção importante entre o fenómeno e a sua definição. A raça branca é um fenómeno que existe no mundo real. O nosso meio principal para entender o conceito de raça branca é a percepção sensorial. Nós sabemos se uma pessoa é branca quando a vemos.

Definições são tentativas de articular verbalmente os traços essenciais do que vemos com a nossa percepção sensorial, e como podemos sempre percepcionar mais do que aquilo que conseguimos dizer, todas as definições são inadequadas. Mas a falta de uma boa definição não implica que não saibamos quem são os brancos, muito menos que a raça branca não existe. Prova simplesmente que quando confrontados com a riqueza da natureza, faltam-nos as palavras vez após vez.

A maior parte de nós teria dificuldade em criar uma definição verbal de uma couve que nos permitisse distingui-la de uma alface. Mas podemos distingui-las simplesmente olhando para elas. Nós sabemos sempre mais do que aquilo que podemos dizer. Portanto é um sofismo puro afirmar que se não podemos oferecer uma definição hermética de couve, então não sabemos o que são as couves, quanto mais afirmar que elas não existem.

Para o Nacionalismo Branco, os brancos são os povos nativos da Europa e os seus descendentes não misturados por todo o mundo. Mas inevitavelmente, os Nacionalistas Brancos são desafiados a desafiar esta definição de branco contra certos casos limítrofes.

Novamente, estas questões na verdade não interessam num mundo onde todos os povos têm os seus próprios países. Os judeus podem não ser “brancos o suficiente” para o teu gosto, mas são todos judeus o suficiente para viver em Israel.

Claro, os nacionalistas não-brancos nunca encontram o mesmo desafio, e não seriam travados se o encontrassem.

A assunção base destas objecções é que se não se conseguirem providenciar regras não-arbitrárias para lidar com casos limítrofes, então a raça branca é uma construção social, não um grupo natural. Mas isto é tão absurdo como afirmar que, como há gradações no espectro de cores entre o azul e o verde, instâncias puras de azul e verde não existem. Houveram muitas taxonomias raciais diferentes, que dividem as raças do mundo de formas distintas.[5] [12] Mas nenhuma destas taxonomias deixava de incluir a raça branca, porque os brancos obviamente existem.

Mas novamente, aceitemos a asserção dos construtivistas sociais. Se abraçarmos o construtivismo social, estamos completamente livres para responder a estas questões com regras de ouro arbitrárias. Os construtivistas sociais deveriam ser as últimas pessoas a contrariar a ideia de permitir às nações brancas definir as suas identidades e determinar quem está dentro e quem está fora.

Finalmente, a maior parte das exigências para “definir branco” são feitas com má fé. As mesmas pessoas que afirmam que o Nacionalismo Branco não faz sentido sem uma definição hermética de raça branca, não têm problema em apontar-nos como raça quando nos querem culpar por todos os problemas do mundo, discriminar contra nós na educação e no emprego, ou tornar-nos vítimas de genocídio. Portanto quando uma destas pessoas te pedir para definir ‘raça branca’, sorri e diz-lhe que os brancos são aqueles que supostamente deveriam sentir a ‘culpa branca’. Mas se a raça branca é real o suficiente para carregar a culpa branca, então também é real o suficiente para criar nações brancas.

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Notas

[1] [14] Greg Johnson, “‘Let’s Call the Whole Thing Off’: In Defense of ‘Petty’ Nationalism,” in Truth, Justice, & a Nice White Country [15] (São Francisco: Counter-Currents, 2015).

[2] [16] Ver Greg Johnson, “Heidegger and Ethnic Nationalism [17],” Counter-Currents, 27 de Junho, 27 e 5 de Julho, 2017.

[3] [18] Greg Johnson, “Why Race is Not a Social Construct [19],” em Toward a New Nationalism [20].

[4] [21] A resposta é que são uma população branca cuja religião é um vetor para a invasão não-branca da Europa. Infelizmente, podemos agora dizer o mesmo da maior parte dos cristãos Europeus também.

[5] [22] Ver Andrew Hamilton, “Taxonomic Approaches to Race [23],” The Occidental Quarterly, vol. 8, no. 3 (Outono de 2008).