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O Manifesto Nacionalista Branco:
Parte 4, Travar o Genocídio Branco

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2,122 palavras

Parte 4 di 16 (Parte 1 [3], Parte 3 [4], Parte 5 [5])

Os brancos são uma raça ameaçada. Então o que é que precisamos fazer para nos salvarmos? As mesmas coisas que se fazem para salvar qualquer espécie ameaçada. Temos de determinar porque é que os brancos não se reproduzem e depois corrigir essas causas. Temos de nos proteger da perda de habitat, das espécies invasoras, da hibridização e da predação.

De certa forma, é bom sinal as causas da extinção branca serem artificiais, porque isto significa que todas elas podem ser corrigidas por nós. Estas são as duas coisas que precisamos fazer.

A curto prazo, precisamos de aumentar as taxas de natalidade brancas até que possamos implementar soluções a longo prazo.[1] [6] Quando os colonistas brancos chegaram pela primeira vez à Virgínia em 1607, nós fazíamos parte de uma pequena minoria no continente. Mas eventualmente explorámo-lo e estabelecemo-nos nele, em parte porque por detrás de nós estava o impulso demográfico de populações Europeias em florescimento. Seria uma grande ajuda se os brancos tivessem novamente esse tipo de vento demográfico nas suas velas.

A longo prazo, no entanto, precisamos de dar resposta às causas biológicas e culturais da extinção branca.

As causas biológicas da extinção branca—perda de habitat, espécies invasoras, hibridização, e predação—podem ser tratadas simplesmente através da criação do equivalente a reservas naturais para brancos: territórios onde os brancos se reproduzem  livres das ameaças das espécies invasoras, hibridização, e predação. Resumindo, precisamos de criar ou trazer de volta territórios brancos homogéneos, movendo fronteiras ou populações, i.e., através de métodos de separação racial e secessão, ou então deportando as populações não-brancas.

Quanto às causas culturais da extinção branca, podemos dar-lhes resposta através da educação e incentivos sociais: o individualismo pode ser substituído por uma ética de responsabilidade social; a confusão de papéis de género pela reasserção dos papéis de género biológicos tradicionais (mulheres como mães e educadoras, e homens como protectores e sustentadores); a culpa branca e a auto-flagelação podem ser substituídas pelo orgulho branco e auto-afirmação; a formação de família com custos acessíveis pode ser um ponto essencial da política social, com incentivos especiais para que as pessoas com genes associados a QI mais elevado, boa saúde e bom caráter moral tenham mais filhos; a opção do celibato, tal como de sexo não-reprodutivo, podiam também ser promovidos para desencorajar a procriação de indivíduos com problemas genéticos.

Deveríamos Travar o Genocídio Branco?

Alguns poderão contestar isto começando com a questão “Como poderemos salvar a raça branca?” em vez da questão, “Deveríamos salvar a raça branca?” Claro que os defensores do genocídio branco acham que não o deveríamos fazer. Mas eu não creio que possamos mudar a mentalidade dessas pessoas. Em vez disso, devíamos focar-nos em convencer a vasta maioria do nosso povo que já acredita firmemente que (1) o genocídio é mau, (2) a extinção de espécies e subespécies animais é trágica, e (3) a sociedade deveria estar disposta a impor custos e inconveniências sobre os indivíduos para a prevenir.

Claro que um grande número de pessoas já foi convencida de que a extinção da raça branca não seria trágica por causa das coisas terríveis que os brancos fizeram ao longo da história. Mas mesmo que todas essas acusações fossem verdadeiras, isso apenas significa que os brancos são um tipo de animal perigoso. Também o são os tigres, leões, e tubarões. Mas ninguém defende que seria melhor que estas espécies desaparecessem por predarem sobre outros animais. Ninguém protestou, claro, quando os últimos lotes do vírus da varíola foram destruídos. Mas há alguém que defenda seriamente que os brancos são o equivalente moral da varíola? (Uma doença, incidentalmente, que os brancos eliminaram da face da Terra.)

A culpa branca é a causa raiz da auto-flagelação, que em casos extremos leva ao sentimento de que não haveria tragédia nenhuma se a raça branca simplesmente desaparecesse. Mas há vários erros nestas expressões de culpa.

Primeiro, como indicou Alain de Benoist, os apelos à culpa branca fazem quase sempre parte de um lapso moral, em que as pessoas que na verdade nada sofreram exigem compensação, dinheiro, e privilégios de pessoas que não as prejudicaram. Estes factos desconfortáveis são escondidos por detrás do facto de que todos os brancos são considerados colectivamente responsáveis pelos actos de alguns brancos, enquanto que todos os não-brancos reivindicam danos coletivos pelo sofrimento de alguns não-brancos às mãos de brancos.

Mas se é legítimo que os brancos se sintam colectivamente culpados pelos crimes de alguns brancos, não será então também legítimo que os brancos sintam orgulho colectivo pelas conquistas de alguns brancos?[2] [7] Se eu sou culpado por todas as coisas terríveis que Hernán Cortés e Francisco Pizarro fizeram, porque é que não tenho mérito pelas descobertas fantásticas de Isaac Newton e Louis Pasteurs?[3] [8]

Este é um pensamento subversivo, porque se começarmos a calcular todas as conquistas positivas dos brancos na ciência, tecnologia, medicina, na arte, política, na luta para salvar o mundo natural, etc., então veremos que estas rapidamente ultrapassam todos os feitos negativos, levando-nos a concluir que a extinção branca seria uma grande tragédia para o planeta.[4] [9]

[10]

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Além disto, a culpa colectiva aplica-se apenas aos brancos? Só os não-brancos é que têm queixas colectivas? As desculpas e reparações coletivas só são devidas aos não-brancos? Os asiáticos são colectivamente culpados pelas invasões mongóis da Europa? Os muçulmanos são colectivamente culpados pelas invasões muçulmanas da Europa? Os brancos têm colectivamente direito a desculpas e reparações? O Mundo Árabe deve reparações à África pelo seu papel no tráfico de escravos? Os negros  em África devem reparações aos negros do Novo Mundo pelo seu papel no tráfego de escravos? Ou neste caso esquece-se o que já passou?

Além do mais, as actividades de que supostamente a raça branca se devia sentir suicidariamente culpada—escravatura, imperialismo, colonialismo, genocídio, destruição ambiental, etc.—não são de forma alguma monopólio da nossa raça. Todas as outras raças se envolveram nelas. Algumas ainda as praticam nos dias de hoje.

Para além de tudo isto, se os brancos ultrapassaram as outras raças em algum destes crimes, isto aconteceu apenas porque elas não estavam à altura das nossas capacidades tecnológicas, comerciais e militares, coisas que são na verdade virtudes. Portanto quando nós somos criticados por vencer as outras raças na luta por poder, estamos tanto a ser criticados pelas nossas virtudes como pelas nossas fragilidades.

Finalmente, apesar dos brancos não terem sido o único povo a praticar a escravatura, caçar animais até à extinção, ou a devastar o mundo natural, também fomos a raça que tomou a dianteira  na abolição do tráfico internacional de escravos, no salvamento de espécies ameaçadas, e na protecção do meio ambiente.

Podemos também dizer que o colonialismo e o imperialismo não foram inteiramente maus, pois quando abandonámos os nossos impérios coloniais em África, a escravatura, os genocídios tribais e a devastação ambiental rapidamente emergiram novamente. As nações não-brancas como a Índia e a China são também as maiores poluidoras do planeta.

Portanto, se quiser evitar a escravatura e o genocídio, defenda a preservação da raça branca. Se quiser salvar todas as outras espécies em perigo, preocupe-se primeiro em salvar a raça branca.

Porque É Que o Nacionalismo Branco Nunca É Demais

Algumas das pessoas que aceitam que o genocídio branco é real e acreditam que têm o dever de ajudar a travá-lo podem ver a criação de zonas brancas homogéneas como desnecessária. Consideremos quatro argumentos em defesa de tal ideia.

Primeiro, alguns poderão argumentar que é possível que os brancos sobrevivam sem zonas exclusivas ou sem poder político como relíquias populacionais no meio de populações não-brancas maiores. Infelizmente, as evidências históricas não apoiam esta ideia. O livro de Riccardo Orizio Tribos Brancas Perdidas fala de seis grupos desse tipo: os burghers holandeses do Sri Lanka, os escravos alemães da Jamaica, os confederados do Brasil, os polacos do Haiti, os basters (ou bastardos) de Reheboth, Namíbia (sudoeste de África), e os blancs matignon de Guadalupe nas Caraíbas. Em todos estes casos, estas populações eventualmente perderam-se devido à hibridação.[5] [12]

Segundo, poder-se-á argumentar que relíquias populacionais brancas podem resistir à hibridização adoptando atitudes etnocêntricas e casando apenas dentro do próprio grupo, como os judeus ou os hindus. O problema com esta sugestão é que essas políticas não funcionaram para os judeus ou para os hindus. Os judeus são uma população altamente miscigenada. Mas a identidade judaica pode sobreviver à miscigenação, pois de acordo com a lei judaica, uma pessoa não é judia apenas através de ascendência pura judaica, basta ter uma única gota de sangue de  Abraão. No caso dos hindus, o sistema de castas foi adotado apenas depois de ter ocorrido muita miscigenação.

Claro, como Nacionalista Branco, eu acho que é bom para os brancos a adopção de atitudes etnocêntricas e que se evite toda a miscigenação. Mas essas atitudes não nos salvarão se estivermos reduzidos a relíquias populacionais pequenas e sem poder político num mar de não-brancos. Portanto, se adotássemos tais ideias hoje, a melhor forma de as implementar seria através da criação de nações brancas homogéneas.

Terceiro, poder-se-á argumentar que a extinção branca não ocorrerá porque o nosso próprio declínio pode incluir mecanismos de auto-correcção que eventualmente levarão à estabilização ou crescimento da nossa população novamente. Agora que formar uma família é difícil e desnecessário, o divórcio fácil, e o controlo de natalidade e aborto estão disponíveis amplamente, os indivíduos que em virtude dos seus genes e cultura estão inclinados a não se reproduzir—ou a não se reproduzir dentro do seu grupo—simplesmente não o fazem.

Isto significa que as próximas gerações de brancos serão menos numerosas, mas serão também compostas cada vez mais por pessoas predispostas a reproduzir-se, e a reproduzir-se com pessoas do seu grupo. Se isso for verdade, então depois de algum tempo, as taxas de natalidade brancas subirão outra vez. Desta forma os brancos não se irão extinguir. Estamos apenas a passar por um bottleneck evolucionário que no final nos tornará imunes às forças que estão estabelecidas contra nós.

Eu acredito que este argumento é bastante plausível, mas não é uma justificação contra a implementação das políticas defendidas pelos Nacionalistas Brancos.

(1) Pode nunca acontecer, e por isso estaríamos a ser estúpidos se abandonássemos a luta pela criação de nações brancas devido à possibilidade da evolução nos ajudar.

(2) As pressões selectivas postuladas não nos tornarão imunes ao genocídio quente, portanto a ideia não elimina a necessidade de criar estados brancos homogéneos e soberanos.

(3) Se estas pressões selectivas existirem, isso significa que o nosso povo se tornará cada vez mais receptivo às ideias dos Nacionalistas Brancos, e assim que as nossas ideias forem implementadas, tais medidas políticas apoiarão essas pressões selectivas.

Resumindo, o Nacionalismo Branco e a teoria do bottleneck populacional são complementares e reforçam-se mutuamente.

Quarto, poder-se-ia afirmar que travar a imigração e fazer retornar a supremacia branca, segregação, e barreiras legais e culturais à miscigenação será suficiente. Eu concedo que estas políticas melhorariam muito a situação, mas não são soluções a longo prazo.

(1) Se nada for feito para responder ao problema da fertilidade abaixo do nível necessário para a renovação da população branca e alta fertilidade não-branca, os brancos ficarão eventualmente reduzidos a uma pequena relíquia populacional, como no cenário um. Depois acabaríamos extintos.

(2) Estas políticas foram tentadas e falharam. A obsessão dos conservadores em fazer a mesma coisa repetidamente e esperar um resultado diferente é algo de lunático. Se estas políticas forem tentadas e falharem novamente, a nossa raça poderá nunca mais recuperar.

O momento é crítico demais para que se tolerem parvoíces. Quando a nossa existência como povo está em causa, não podemos permitir meias medidas de conservadores ou apego a ilusões. Só o Nacionalismo Branco pode impedir a extinção branca.

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Notas

[1] [14] Aumentar as taxas de natalidade brancas não é uma solução a longo prazo, porque o problema não é a existência de brancos a menos mas sim a de não-brancos a mais nos nossos países. De um ponto de vista ecológico, uma população estável de mil milhões ou de quinhentos milhões de brancos não é necessariamente algo desejável. Não podemos definir a vitória como uma corrida contra populações não-brancas extremamente férteis até o planeta cair na destruição.

[2] [15] Por essa ordem de ideias, se os não-brancos se devem sentir orgulhosos pelas conquistas de membros da sua raça, não deveriam também aceitar culpa colectiva pelos crimes cometidos pela sua raça?

[3] [16] Este é o argumento central do texto de Michael Polignano “White Pride and White Guilt [17],” Counter-Currents, 12 de Dezembro, 2010.

[4] [18] O livro de Charles Murray Human Accomplishment: The Pursuit of Excellence in the Arts and Sciences, 800 B.C. to 1950 (Nova Iorque: HarperCollins, 2003) estuda as pessoas de maior sucesso na ciência, filosofia, e nas artes. Mais de 80% são “homens brancos mortos”.

[5] [19] Ver Andrew Hamilton, “Journeys Among the Forgotten: Riccardo Orizio’s  [20]Lost White Tribes,” Counter-Currents, 2 de Agosto, 2013.